quinta-feira, outubro 20, 2005

"É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO" Albert Einstein

Não querendo cair na "conversa de café", transcrevo neste post, um texto anónimo que muitos conhecerão, pois circula nos e-mails de todos nós... No entanto, considero-o interessante pois, de facto, assistimos, muitas vezes, ao "fazer sem se saber bem porquê"... ao "entrarmos numa rotina sem nos questionarmos, avaliarmos"... Este post vem no sentido de reflectir um pouco sobre a atitude, mais especificamente a atitude de todos nós perante as funções educativas no contexto escolar... e sobre a sociedade em geral, que se orienta, muitas vezes, em pressupostos como estes, instituídos pela "corrente" e baseados em pré-conceitos... Talvez aqui, também, possa residir uma parte da resposta à pergunta da Filomena no post anterior.
"Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada. Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o facto. Finalmente, o quarto, o último dos veteranos, foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...""

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