sexta-feira, novembro 18, 2005

Só para partilhar...

No regresso a casa, dei por mim a divagar nos meandros do visível e do invisível... envolvida pela perda recente de um menino fantástico de seis anos, a quem dei um bocadinho de mim e de quem recebi TANTO, enquanto voluntária da Acreditar, no IPO do Porto, senti que o sentimento de perda é, também, um elemento invisível da cultura! Mas gostaria de o tornar, neste caso concreto, visível, em forma de homenagem à luta pela vida, contando a todos, como a minha irmã (enfermeira num serviço de cuidados intensivos) me "ensinou" a encarar esta angústia e sentimento de impotência, dizendo "não fiques triste... Afinal de contas, foi mais um anjinho que foi para o céu!"

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